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18.08.2017

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Qué hacer

«Império Auto-Mano» - PZ


Hasta:18.08.2017

Ciudad: Braga

Dónde: Theatro Circo de Braga

PZ apresenta o quarto álbum diretamente do seu quarto de brinquedos. Depois de ter enviado as 'Mensagens da Nave-Mãe' em 2015, eis que surge o 'Império Auto-Mano' para contra-atacar as hordes globalizadas pelo sistema vigente. O caos moderno é reorganizado em pacotes de géneros musicais que vão do techno ao hip-hop, uma espécie de eletrónica 'taylorizada' à medida dos temas que compõem este objeto meio Pop, meio estranho, e totalmente Português.

 

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Qué hacer

Vodafone Paredes de Coura 2017


Hasta:19.08.2017

Ciudad: Paredes de Coura

Dónde: Praia Fluvial do Tabuão (Paredes de Coura)

Con más de 21 años de historia, el festival Vodafone Paredes de Coura proporciona a los amantes de la música una experiencia única en un entorno idílico. Cada año, el anfiteatro natural de la Praia Fluvial do Taboão se enamora por nuevos talentos, asume la relación con las mejores promesas musicales nacionales e internacionales, consagra el más especial y sorprende al mundo con su auténtica belleza. En el año 2015, la 23ª edición histórica había agotado y dio el festival los premios de Mejor Festival de Grandes Dimensiones, Mejor Cartel, Mejor No Urban Festival, Mejor Camping y Mejor Activación de Marca en lo Portugal Festival Awards.

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«Splitting, Cutting, Writting, Drawing, Eating... Gordon Matta-Clark»


Hasta:03.09.2017

Ciudad: Porto

Dónde: MAC de Serralves

Esta exposição no Museu de Serralves irá debruçar-se sobre os aspetos gestuais, formais e sociais da conceção de arquitetura de Matta-Clark, ou nas suas palavras, de 'fazer espaço sem o construir'. Esta apresentação, composta sobretudo por obras do Gordon Matta-Clark Archive no CCA, irá apresentar fotografias, desenhos e documentos relacionados com os projetos mais importantes do artista, e também os seus filmes comerciais, assim como empréstimos importantes relacionados com a obra pioneira do artista.A exposição irá explorar o singular sentido de Matta-Clark 'dos vazios metafóricos, lacunas, espaços abandonados, lugares que não foram construídos.' A apresentação em Serralves está concebida à volta de uma série de verbos construtivos e destrutivos que definem a conceção do arquitetural do artista: cortar, separar, inclinar, partir, escrever, construir, desenhar, etc. Além de materiais de arquivo e obras importantes deste artista, a exposição vai apresentar uma seleção de obras de outros artistas que criam um contexto para os cortes literais e metafóricos de Matta Clark, feitos sobre locais de reconstrução e de abandono e em contextos acentuadamente queer e de privação económica.Esta exposição continua a colaboração entre Serralves e o Canadian Centre for Architecture. Entre as colaborações anteriores contam-se as exposições 'O Processo SAAL: Arquitetura e participação 1974-1976', em 2015, e o 'Arquivo de Álvaro Siza Vieira', em 2016.

 

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«Julie Mehretu: Uma História Universal de Tudo e de Nada»


Hasta:03.09.2017

Ciudad: Porto

Dónde: MAC de Serralves

Ocupando a galeria central e as salas da ala esquerda do Museu, esta importante exposição apresenta 20 anos de pintura e desenhos de Julie Mehretu (Addis Ababa, Etiópia, 1970), desde 1996 até aos nossos dias. Mehretu é uma das mais importantes artistas a trabalhar na atualidade e esta será a sua primeira exposição em Portugal. As suas pinturas redefiniram a forma como pensamos a pintura enquanto instrumento de mapeamento do mundo, no tempo e no espaço. Embora seja principalmente conhecida pelas suas pinturas monumentais que combinam plantas arquitetónicas e mapas de cidades - numa investigação sobre as temáticas da globalização e da identidade -, a sua prática baseia-se numa exploração simultaneamente rigorosa e explosiva do desenho, que evoca várias referências, que vão dos desenhos surrealistas até à caligrafia chinesa, passando pelas experiências pictóricas de Henri Michaux realizadas sob o efeito da mescalina. Apagamentos, eliminações são tão importantes quanto as marcas realizadas pela artista, dando origem a um palimpsesto de espaços construídos de memória visual e cultural.Mehretu participou em inúmeras exposições internacionais e bienais que lhe garantiram reconhecimento internacional, incluindo, em 2005, o American Art Award from the Whitney Museum of American Art, Nova Iorque, e o prestigiante MacArthur Fellows award. Em 2009 e 2010 Mehretu expôs um ciclo de grandes pinturas no Deutsche Guggenheim Berlin, que depois viajou para o Solomon R. Guggenheim Museum, em Nova Iorque.O seu monumental painel de pinturas Mogamma, parte de uma meditação ainda em curso sobre locais de revolução e mudança social, foi encomendado para a Documenta 13, em 2013.

 

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«A Colecção no Palácio da Bolsa»


Hasta:24.09.2017

Ciudad: Porto

Dónde: Palácio da Bolsa

En las décadas de 1960 y 70, los lenguajes artísticos han experimentado un cambio de paradigma. La escultura no fue la excepción. En esta exposición de obras de Ângelo de Sousa, João Machado y Zulmiro de Carvalho nos informan a esta realidad. En esta presentación de las obras de la Coleção Serralves en el Palácio da Bolsa, algunas esculturas se apoderan del terreno, independientemente de la base, otras nos transmiten preocupación visible con las ideas de serialidad, fabricación industrial y literalidad de la técnica (lo que vemos es que vemos). Estos elementos son lo suficiente para nostros darse cuenta de que los escultores portugueses han presentado propuestas que hoy nos confrontan con varios pasados estaban haciendo el arte más contacto directo con el público, desde el arte pop, escultura abstracta britanica, pasando por lo minimalismo americano. Esta presentación es el resultado de una alianza entre el Palácio da Bolsa y el Museo Serralves de Arte Contemporânea no Porto bajo el cual se muestran obras de la Coleção Serralves en los interiores históricos del Palacio.

 

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«Um campo depois da colheita para deleite estético do nosso corpo»


Hasta:01.10.2017

Ciudad: Porto

Dónde: Culturgest Porto

Entre 1968 e 1973, Alberto Carneiro (Coronado, 1938) realizou três instalações que foram determinantes para o seu percurso e para toda a arte portuguesa posterior: O Canavial: Memória Metamorfose de um corpo ausente, de 1968, Uma floresta para os teus sonhos, de 1970, e Um campo depois da colheita para deleite estético do nosso corpo, de 1973-1976. As três obras compõem situações telúricas nas quais a presença do campo, recriado no espaço expositivo pela rigorosa e cuidadosa organização de elementos do ciclo da natureza, produzem para o espectador máquinas de viajar no tempo e no espaço.A última destas peças, muito mais difícil de produzir porque inteiramente dependente do ciclo da Natureza, não é vista no Porto desde a sua apresentação, em 1976, no Museu Soares dos Reis, na exposição que Alberto Carneiro aí realizou. Em Lisboa esta obra foi instalada na retrospetiva que Carneiro efetuou na Fundação Calouste Gulbenkian em 1991. Para esta apresentação no Porto foi necessário reservar um campo que foi semeado de centeio, possível pela colaboração da Câmara Municipal de Montalegre e do Ecomuseu de Barroso.Trata-se de uma oportunidade rara de fruir a envolvência e a poética da obra de Alberto Carneiro, particularmente numa circunstância em que é possível ver, na exposição Simultânea, na Culturgest em Lisboa, as outras instalações de referência do artista. Por ocasião da exposição, será lançado um catálogo com documentação sobre as instalações.

 

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«Colecção de Serralves: 1960-1980»


Hasta:28.01.2018

Ciudad: Porto

Dónde: MAC de Serralves

'Colecção de Serralves: 1960-1980' marca a presença visível e permanente da Coleção de Serralves no Museu de Serralves através de um programa contínuo de diferentes apresentações da Coleção. A apresentação inaugural apresenta obras de artistas portugueses e internacionais em diferentes suportes e abrange a arte produzida nas décadas consideradas fundadoras da história e desenvolvimento da arte contemporânea e do lugar da arte portuguesa nessa história. Para além de obras icónicas produzidas entre 1960 e 1980, as novas apresentações também incluem uma seleção de peças mais contemporâneas, que acentuam a relevância contínua dessas atitudes e posições artísticas mais antigas.As obras expostas refletem a diversidade da produção artística desde a década de 1960 até ao presente, sublinhando as características únicas da Coleção de Serralves, notável pela sua relação com a arte portuguesa e internacional de todo o mundo. Com uma apresentação visualmente dinâmica e rica que inclui pinturas, desenhos, esculturas, fotografias, filmes e vídeos, esta mostra abrange vários temas centrais à prática artística do período do pós-guerra e que influenciaram as práticas artísticas do século XXI, incluindo: materiais e processos, abstração e figuração, linguagem e conceito, e o corpo e a performatividade.As décadas apresentadas na exposição foram marcadas por profundas mudanças sociais e culturais acompanhadas por desenvolvimentos radicais no modo de fazer arte. A arte desse período reflete a redefinição de formas artísticas, media e produção, influenciada pela profunda transformação tecnológica.

 

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